Darci, José Adolfo e Dulce contam suas histórias
Foto – Otávio Melo
A representante da presidência do movimento no mundo, Darci Rodrigues, e os focolarinos Dulce Amorim e José Adolfo Monteiro recordam como conheceram o Movimento dos Focolares, há 50 anos.
“Se eu descobrir o que torna esses homens e mulheres tão realizados eu também vou me juntar a eles”. Foi o que pensou Darci ao conhecer os primeiros focolarinos que chegaram ao Recife. A focolarina conta que tinha idéias divergentes das do movimento sobre o evangelho, naquela época, e a Igreja. Para ela, o mundo desejado por aquelas pessoas era uma utopia. “Foi então que descobri que eles eram felizes porque possuíam Jesus. O amor mútuo, vivido entre eles, produziu uma revolução em mim”, recorda Darci.
O mesmo ocorreu com José Adolfo Monteiro, que já era casa quando encontrou-se com esse novo estilo de vida, que sugere ações concretas feitas com amor. Ao abraçar o carisma de Chiara, José Adolfo tornou-se o primeiro focolarino casado fora da Europa. “Agora só me resta agradecer a Deus por ter mandado aqueles focolarinos”.
A proposta do Movimento dos Focolares também consegue transforma aquelas pessoas de temperamento forte. É o exemplo da aposentada e focolarina Dulce Amorim. “O mundo e a realidade dos focolarinos eram completamente opostas as minhas”. Contudo, ao conviver com os primeiros focolarinos e focolarinas, Dulce se interessou pelo ideal de caridade e unidade. A partir de então, começou a tentar fazer experiências no cotidiano. Aos poucos, Deus foi tomando conta de toda a vida dela. “Com 89 anos, hoje, depois de 50 anos que conheço o Ideal, eu digo, faria tudo novamente”.
Os três focolarinos, do palco, olham para os cinco mil expectadores, frutos de uma vivência que começou há 50 anos e dizem: “Estar aqui é constatar que as palavras de Jesus são verdadeiras, quem deixar, pai, mãe, campos, receberá o cêntuplo eterno. Vocês são o nosso cêntuplo”.
Por Renata Maciel